Construção Anti-sísmica (Aprendendo a Viver Bem)

Nunca me esquecerei do terramoto que assolou os Açores no dia 1 de Janeiro de 1980. A destruição foi terrível!  A catástrofe só não foi maior em termos de vidas porque o sismo ocorreu no meio da tarde e a população estava nas ruas visitando os amigos e parentes para desejar bom ano.

Lembro-me de andar pelas ruas de algumas aldeias completamente destruídas e o que chamava a atenção era a precariedade das construções. Pedra sobre pedra, sem cimento, sem estrutura de fixação. Pareciam baralhos de cartas prontos a cair quando um tremor viesse. E realmente caíram e foi tremenda a queda.

Logo após o terramoto tornou-se lei a construção anti-sísmica. Era dispendiosa, demorada e exigente, mas passou a ser obrigatória. Os alicerces tinham que ser mais fundos e com muita pedra e cimento. As paredes deveriam ter uma cinta de cimento e ferro a cada metro de altura o que gastava dinheiro e trabalho mas originava construções realmente fortes. O objetivo era claro: vamos construir de tal modo que possamos resistir quando o próximo sismo vier.

E na vida? Também na vida há terramotos. De vários graus diferentes. Uns mais ou menos sofríveis, outros de consequências terríveis. Quando vemos vidas destruídas por terramotos vários verificamos que nelas também a qualidade da construção faz toda a diferença. Como poderemos elaborar construções anti-sísmicas para nossas vidas?

A Bíblia nos dá muitas direcções para isso. Um dos textos mais claros sobre o assunto é o que nos vem do sábio que escreveu os provérbios. No capítulo 4 versos 23 a 27 encontramos 4 passos ou regras para construir uma vida a prova de terramotos. Vejamos: v. 23 Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida. V24 Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos lábios. V25 Os teus olhos olhem direito, e as tuas pálpebras, directamente diante de ti. V26 Pondera a vereda dos teus pés, e todos os teus caminhos sejam rectos. V27 Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal.

1) Coração (Fonte da Vida)
O coração aqui fala da sede do ser, a sede dos pensamentos que guiam nosso viver diário. Guardar o coração é guardar a fonte dos pensamentos. Como Jesus ensinou, é da mente que provêm todo tipo de mal (Mateus 15: 18 e 19). O homem primeiro maquina, depois faz. Como usamos nossos pensamentos é fundamental para a vida.

Se meus pensamentos são maus, lascivos, tendenciosos, preconceituosos, voltados para o mal ou simplesmente tolos devaneios sem propósito e direcção, é natural que minha vida reflicta isso. Como viver bem se não controlo minha vida interior? Como tomar boas decisões. Ficar firme diante de dificuldades, se minha mente só pensa tolices? Como prosperar na vida se meus pensamentos são gastos com coisas vãs e sem consequência?

Paulo ensinou que deveríamos levar todos os pensamentos cativos a Cristo (II Coríntios 10:5). Somos livres para escolher em que gastamos nosso pensamento. Podemos alimentar pensamentos, ideias e reflexões ou mata-los à nascença. Devemos crescer no Senhor na disciplina de guardar nossos corações, nossa mente para as coisas de valor porque daí provêm a vida. Corações sadios geram actos sadios e vidas abençoadas. Guardemos nossos pensamentos.

2) Boca (Fonte de Relacionamentos)
A vida é relação. A vida humana é feita de uma teia de relacionamentos. O Criador nos fez assim. Precisamos nos relacionar. Ora, relacionamentos dependem de comunicação. Não há como ter relacionamentos sem uma boa comunicação. E comunicação depende em primeiro lugar de palavras, da boca, do que falamos e ouvimos.

Construir vidas saudáveis e resistentes a terramotos passa por ter relações sólidas. Quantas vezes verifica-se pessoas que caem estrondosamente porque não souberam criar boas relações. Não tinham amigos, não tinham relações saudáveis. Estavam sozinhas no mundo e na hora do aperto não tinham quem lhes valesse.

Relações saudáveis dependem de lábios santos. Bocas separadas que entendem a importância da palavra. A palavra edifica, mas também destrói. Ela vivifica mas também mata. Tudo depende de como é usada. Nós sabemos o quanto nos custa uma palavra negativa, uma critica, um desprezo, uma brincadeira de mau gosto. Porque então não entendemos que isso também tem efeito terrível sobre os outros.

Os lábios governam as relações, portanto CUIDADO! Pense antes de falar, meça suas expressões. Modere suas brincadeiras. Lembre-se de elogiar, agradecer, mostrar apreço. Palavras sábias ganham amigos, edificam vidas, fortalecem relações. Alguém assim está construindo para os sismos da vida.

3) Olhos (Porta de Entrada)
Se os pensamentos são o segredo das acções, os sentidos são o que alimenta os pensamentos e entre estes os olhos são fundamentais. A maioria das coisas que entra em nossa vida entra por meio dos olhos e é por isso que somos bombardeados com publicidade o tempo todo. Não se gastam fortunas em outdoors em vão. Aqueles segundos em que você vê o anúncio chegam para fazer diferença.

Sendo os olhos a porta de entrada do coração que cuidado deveriam merecer. Pense em termos de dieta. Se o que entra é gordura, doces, fritos, enlatados, que tipo de saúde o individuo vai ter? Se o que entra pelos olhos é violência, pornografia, deboche, catástrofes, desgraças e terror, que tipo de saúde mental pode ter este indivíduo? Ficamos admirados quando vemos criminosos tão novos s cometer barbaridades. Veja a programação da TV e entenderá por quê. Veja os desenhos animados e saberá por quê.

Uma vida interior rica exige uma dieta saudável para os olhos. Devemos escolher o que vemos. Pagamos (por vezes caro) para alimentar mal nossas mentes. Perdemos (realmente é perda) tempo vendo coisas que nada acrescentam e ainda nos fazem mal. Proteger os olhos é questão de vida ou morte. É a diferença entre construir pedra sobre pedra ou própria para os sismos da vida. Paulo chamava a atenção dos crentes de Corinto para concentrarem sua atenção no que valia a pena (II Coríntios 4:18). Se quer uma vida saudável guarde seus olhos.

4) Pés (Fonte de Direcção)
Os pés, biblicamente, indicam a direcção que tomamos. Afinal, para nos deslocarmos é preciso que os pés "nos levem". E aqui focamos um último ponto fundamental nas vidas saudáveis e edificadas para resistir a terramotos: o propósito.

Algo que marca a geração moderna de um modo particular é a vida sem direcção, sem razão, sem propósito. As pessoas não sabem o que estão fazendo aqui neste planeta, nesta vida. Vivem ao acaso, ao sabor das modas, dos ventos, dos acontecimentos. Sem fundamento e sem direcção não admira que o mais pequeno sismo seja capaz de os abalar profundamente e deixa-los totalmente desorientados.

A palavra nos chama a ponderar a direcção de nossas vidas. Para onde estamos indo. Devemos saber. Precisamos orientar nosso viver, ter rumo certo, alvos definidos. Qualquer vida digna, que tenha ficado na História como exemplo a ser seguido, tinha certamente objectivos. Se não tivermos rumo como saber se estamos progredindo? Sem alvos como saber se já chegamos? Sem propósito como saber para onde seguir?

A Bíblia nos ensina a ter alvos maiores como viver para a Glória de Deus, fazer o bem a todos, edificar a Igreja, Ganhar almas e também alvos mais específicos. Davi queria construir um templo, Neemias desejou edificar as muralhas de Jerusalém, Paulo queria evangelizar regiões inteiras de seu mundo e escreveu aos Romanos com o alvo de ir a Espanha. Jesus, nosso exemplo maior, viveu sempre com a cruz em seu horizonte e por isso pode dizer ao entregar a vida: Esta Consumado.

Definir os propósitos de nosso viver é algo que se faz em oração e sob a direcção do Espírito Santo, mas precisa ser feito. Verifiquemos nossos rumos, sigamos em frente. Que pela graça possamos afirmar como Paulo "... Uma coisa faço... prossigo para o alvo..." (Filipenses 4:13 e 14).

Conclusão:
Construções anti-sísmicas custam mais caro, dão mais trabalho, exigem maior cuidado, gastam mais material. Mas permanecem. São feitas para suportar os sismos e ficar de pé. Nossas vidas podem ser assim. Guardando nossos pensamentos, cuidado de nossas palavras, protegendo nossos olhos e estabelecendo propósitos podemos viver de modo a louvar a Deus e firmados em Cristo suportar os terramotos da vida.

Assassino de Torres Vedras e Goleiro Bruno: o que têm em comum?


No Brasil e Portugal não se fala de outra coisa? Que tipo de castigo para os criminosos? No Brasil é a investigação que aponta para a provável morte de uma moça envolvida com o goleiro (guarda-redes) do Flamengo. Em Portugal é o assassino de Torres Vedras que terá matado 3 pessoas. Que tipo de punição para esse tipo de crimes? O que eles merecem?
Interessante seria pensar nisso tudo sob o prisma das filosofias que dominam os tempos modernos. Afinal, seriam eles culpados? A Psicologia moderna diz que o homem é fruto da sociedade, da criação, daquilo que o envolveu desde o crescimento. Logo, não são culpados, culpada é a sociedade que os criou. A Ciência diz que o homem tem se desenvolvido até hoje. Ele é aquilo que a evolução o fez. Se tornou-se um criminoso é porque evoluiu para isso, logo não é culpado!

A Moral moderna diz que tudo é relativo. Aquilo que é errado para você pode não ser para mim. Não há mais absolutos, não há mais regras definitivas. Ninguém pode ser classificado de bom ou mal. Pelo Relativismo moderno os suspeitos não culpados. E o pragmatismo também os absolve. Afinal, se seguiram uma vida errada, se escolheram o crime é porque compensou. Na verdade foram inteligentes ao escolherem fazer o que fizeram, porque pareceu ser o melhor na altura.

Evidentemente que diante dos crimes hediondos em causa ninguém vai se servir desse lado da psicologia, da evolução, do relativismo ou do pragmatismo. E aqui se nota novamente a incoerência de nosso mundo.

Os secularistas gostam de proclamar sua superioridade em relação a tradição judaico-cristã, mas quando a situação complica, quando se sentem tocados, os homens modernos reagem de modo diferente. De repente, há necessidade de justiça (e o relativismo cai por terra), há que preservar os mais fracos (e lá se vai o pragmatismo), é preciso que os criminosos assumam seus actos (e a psicologia e a evolução deixam de ter valor).

A visão moderna, que deseja tirar a responsabilidade do homem, erra pelo simples fato de que a vida não é possível sem responsabilidade. O homem não é um vegetal que cresce conforme a força do sol e o ritmo das chuvas. É um ser criado, racional, com livre arbítrio, e por isso com a necessidade de escolher e a obrigatoriedade de ser recompensado para o bem e para o mal.

Colocar a culpa dos crimes na questão social é falho, porque vemos muitos criminosos pertencentes a classes sociais mais altas. Colocar a culpa na criação é falho porque há muita gente com boa formação cometendo irregularidades. Culpar a raça é tolice porque há muita gente das supostas raças superiores fazendo barbaridades e muitos garotos de suposta raça inferior singrando na vida e se tornando bons cidadãos. A verdadeira questão é o pecado. Uma decisão deliberada (e por vezes bastante ponderada) de fazer aquilo que sabemos antecipadamente que é errado. Se não fosse pecado e se não houvesse culpa porque falaria a sociedade de mudanças necessárias?

Diante do que temos visto e ouvido nestes últimos tempos, o Cristão fica triste, mas não confuso, fica enlutado, mas não baralhado. O mundo tem caminhado para longe de Deus a passos largos e não poderia haver outro resultado.

A solução não está em melhores condições sociais, em melhores escolas, em melhores rendimentos ou oportunidades. Tudo isso pode ser muito bom, mas não muda o coração do homem. Esses dois criminosos em pauta dos dois lados do Atlântico não viviam com dificuldade. A solução está no interior do homem, em seu coração, e isso só quem muda é Deus. Só Cristo salva, dá nova vida, nova perspectiva e propósito, oferece razão de viver e união com Deus no seu trabalho redentor da humanidade. O que o mundo precisa mesmo é do Cristo VIVO e a responsabilidade de seus discípulos é mostrá-lo vivo em seu dia-a-dia.

POR TRÁS DO BLOG

Dizem (e eu acredito) que por trás de todo grande homem está uma grande mulher. Por trás do nosso blog está também uma grande mulher - minha esposa, Ida Helena.

Iniciamos nosso blog há pouco mais de um ano. Tem sido um período de muitas bênçãos e muitas oportunidades. Fomos incentivados a começar este blog e durante este ano muita gente se tornou nossos leitores nos abençoando com seus comentários e apoio. Durante este ano também, vivemos grandes mudanças. Voltamos a Portugal (completou um ano no dia 20) e voltei a exercer medicina.

Com todo o trabalho médico, o tempo para o blog diminuiu bastante. Aí entrou toda a criatividade de Ida. Meu trabalho tem sido unicamente o de escrever as postagens. Ida faz tudo o mais, ou seja, corrige o português dos textos, trabalha a organização da postagem, procura e produz as ilustrações, divide os parágrafos e edita então o resultado. Além disso, tem estudado Web Design e o mundo dos blogueiros e foi acrescentando ideias e novidades que dão ao nosso blog esse ar de site, rico e cheio de recursos.

Venho aqui publicamente honrar a quem merece. Ida é demais, e sua criatividade sempre me estimula!  Ela é minha maior encorajadora e minha mais fiel leitora. Sem ela, este blog não seria possível ou no máximo seria uma colectânea sem graça de artigos sem cor. A todos os que se perguntam onde arranjo tempo e imaginação para ter um blog tão rico e bonito a resposta está dada: Ida Helena, minha musa, namorada e esposa há 19 anos. Ela é a maior inspiração e grande parte da motivação. Obrigado por todo esforço, Amor!

"MELHOR QUE NADA..."

Numa recente reunião de pais e mestres na escola do meu filho impressionou-me a falta de ambição dos alunos. A diretora de turma discutia com os pais qual era a menor nota para passarem de ano, quantas cadeiras podiam chumbar e mesmo assim passar, que média seria suficiente para transitarem de nível. Isso levou-me a concluir que, vivemos hoje, uma cultura de mediocridade. Nossa sociedade rendeu-se a uma subcultura de "mais ou menos". Nada de busca pela excelência, nada de esforço ou disciplina, apenas um mero encolher de ombros perante o razoável.

Essa cultura se revela em expressões onipresentes como "antes tarde que nunca", ou "melhor isso que nada". Expressões assim revelam o desencanto, a aceitação tácita do mal menor, a resignação com o mediano na falta de perspectiva do que seja realmente bom ou ótimo.

O mais triste de tudo é que essa cultura vem contaminando a igreja de Jesus. Crentes vivem achando que para Deus qualquer coisa serve. Desde que façam o mínimo, batam o ponto, façam sentir sua presença, mostrem algum interesse, será suficiente. Mas uma visão mesmo que rápida das escrituras nos mostra exatamente o contrário. Para Deus não serve o antes tarde que nunca ou alguma coisa é melhor que nada.

Nenhum louvor é melhor que louvor hipócrita!
"Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim...continuarei a fazer obra maravilhosa no meio deles" Isaías 29:13 e 14. E a obra maravilhosa de que o texto fala não seria nada agradavel ao povo. O Senhor abominava um louvor hipócrita e sem razão de ser. Louvor é elogio e se for feito de modo mecênico e sem real motivo se torna numa bajulação barata e depreciativa. Se nós não aceitamos esse tipo de louvor porque o Senhor dos Senhores o aceitaria.

Nenhuma oferta é melhor que oferta de restos, forçada e amargurada!
"cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com trsieza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria" II Corintios 9:7. "Porque todos estes deram como ferta daquilo que lhes sobrava; esta porém, da sua pobrezxa deu tudo o que possuía." Lucas 21:4. O Senhor abominou as ofertas do povo nos tempos de Malaquias (ver capitulo 1) porque traziam animais cegos e coxos, os restos, o que já não queriam. Para Deus é melhor não levar nada que dar sobras, dar de mal humor, por obrigação ou em espirito de barganha. A oferta e o dizimo são forma de louvor, são gesto de gratidão, são privilégiuo do crente.

Nenhuma oração é melhor que discurso auto afirmativo ou exibicionista!
Em Lucas 18: 9 a 14 o Senhor contou a história de duas orações. Uma, de um fariseu, bela e majestosa, porém orgulhosa, vã e até mesquinha. Foi rejeitada por Deus. A outra, de um publicano, desajeitada, pobre em palavras, mas sentida, verdadeira, humilde e sincera. Foi aceita "porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado". A oração é o respirar da vida cristã. Tem que ser natural, contínuo. Precisa ser sincero, humilde, autêntico. Oração bonita, para o auditório nada vale perante o Senhor. Discursos não o impressionam. Aqule que crioi o mundo com sua palavra porventura se deixaria impressionar por palavras que possamos pronunciar? Se não podemos falar do coração, se não temos o que falar com ELE é melhor ficar em silêncio e esperar o toque do Espirito.

Nenhum culto é melhor que um culto vazio e sem sentido!
" Estou farto dos vossos holocaustos... não continueis a trazer ofertas vãs... não posso suportar os vossos ajuntamentos... as vossas festas a minha alma as aborrece..." Isaías 1: 10 a 14. Seria de esperar que o Senhor tivesse alegria no culto prestado por seu povo. Mas chegou a abomina-lo. Porque? Porque se tornara mecânico, vazio, ritual sem sentido. Porque o povo vinha adorar mas vivia como se Deus não existisse. Porque mesmo durante o culto suas mentes estavam em mil atividades e coisas vãs e mesmo em pecados a cometer após o cerimonial. E nós? Não temos caído em ritualismo? Fazendo do culto uma mera cerimônia a que devemos comparecer uma vez por semana? Porque nos reunimos? Com que objetivo? Para que propósito? Não nos enganemos, o Senhor não acha que qualquer culto é melhor que nada. Para ELE só o melhor serve!

O Senhor chegou a dizer à igreja de Laodicéia "... porque és morno e nem és frio nem quente, estou a ponte de vomitar-te da minha boca" Apocalipse 3 :16. Isso deixa claro que, para o nosso Deus, morno não serve!

Que o Senhor desperte a sua Igreja e a cada um de nós. Deixemos de lado a cultura do mais ou menos
e vivamos intensamente, pois nosso tempo aqui é curto
e há que fazer a obra enquanto é dia!

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