GRATIDÃO

AOS QUERIDOS AMIGOS


Sinceramente, não esperávamos tantas respostas e apoio à postagem sobre nosso filho Gabriel.  Foi apenas uma surpreza para ele, e realmente vimos que ficou emocionado e surpreendido com tantas palavras de apreço e apoio, mesmo depois de tantos meses fora do Brasil.

Para nós, missionários, é sempre difícil a distância dos queridos no Brasil, e mais uma vez o Senhor nos brinda com seu carinho e amor através dos irmãos, que nos sustentam em oração e também através das palavras de apoio. 

Para agradecer Gabriel se atreveu a escrever estas linhas, ele é meio encabulado, mas sabe se expressar muito bem quando é tocado.

Neste momento queremos apenas louvar ao Senhor, que é Soberano em toda a terra e providencia  para nós os "tios" e "tias" que meus filhos precisam e poderemos dormir tranquilos, porque temos uma grande cobertura em oração.


"É muito bom saber que existem tantas pessoas orando e se lembrando de mim. Espero mesmo poder, um dia, corresponder a tudo o que se espera e poder continuar com exemplos na minha vida como meu querido pai e outras pessoas abençoadas que ja tive a honra de conhecer. Obrigado mesmo por todo apoio!!!



Gabriel Venturini."



                QUE DEUS VOS ABENÇOE!
 

O PASTOR ATEU?

Quem já ouviu falar?


Apesar da expressão parecer contraditória, a verdade dos fatos nos mostra que tal personagem
(o pastor ateu) é até bastante comum ,e anda por nossas igrejas sem dificuldade. Quando falamos de ateu não estamos tratando da questão filosófica, mas da prática. Apesar do muito barulho que fazem nos meios de comunicação social, os ateus filosóficos são a minoria. A maioria esmagadora da população mundial professa, pelo menos de boca, a crença num ser superior, na divindade.


Quando passamos a lidar com ateus práticos as coisas mudam. A maioria das pessoas que diz crer em Deus vive na prática como se Ele não existisse.

Ora, é raro encontrarmos pastores que defendam filosoficamente que Deus não existe. Provavelmente, se dará com alguém que deixou o ministério.   No entanto, pastores que professam crer e conhecer a Deus e até a trabalhar para Ele, mas que, na prática, vivem e ministram como se Ele não existisse são muitos e daí o título desta reflexão – o pastor ateu.
Eis algumas pistas para reconhecer o tal pastor:

1- Pregação Carnal
2- Multidões como Prioridade
3- Lucro Ministerial
4- Política Religiosa

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minha oração

MEU FILHO FAZ HOJE 16 ANOS...


Lembro-me bem quando nasceu...era madrugada fria nos Açores. Neste dia estava de plantão no Hospital de Angra do Heroísmo das 8h às 20h, mas como ele não nascia, esperamos até às 3 da manhã. Nasceu pequenino, franzino e ruivo, pensei...quem vai ser este menino?

Os anos se passaram e com 6 anos perguntou-me:
_ Pai, você quer que eu seja um pastor?
Pensei comigo, nesse momento ele será o que eu pedir...que lindo!!
Respondi:
_ Filho, quero que seja como o significado do teu nome...Gabriel, um Homem de Deus! O que você quiser fazer, seja onde for, seja sempre um homem de Deus!

E Deus ouviu nossas preces, desde antes do seu nascimento. Sempre alegre, disposto e muito falador. Desde os dois anos só conheceu a Guiné Bissau, mas como se sentia feliz!   Brincando na rua com os amigos, jogando o futebol na terra vermelha...chegando em casa quase irreconhecível e rindo da mãe quando ralhava: _ Vá tomar banho na bacia!


Desenvolveu uma fé pura e sincera, fruto da experiência própria das crianças a quem Deus responde com milagres todos os dias...
_ Vou orar para que chova, a terra está tão seca...
E no mesmo dia choveu!
_ Viu? Foi Deus quem mandou esta chuva, bem na hora!


Nunca teve vergonha que ser o único crente no meio de maioria muçulmana. Sempre debateu firme e convicto...e ficou conhecido por ser aquele que sempre falava a verdade!


Quando tinha dúvidas sempre vinha conversar, e conversamos mesmo, muitas vezes!
Fiquei surpreendidono dia que disse a um colega:
_Meu pai é a pessoa mais parecida com Jesus que eu conheço!
Que responsabilidade!  Espero sempre corresponder a esta sua expectativa.


Mas será que como adolescente não vai mudar? E quando voltarmos ao Brasil? É tudo tão diferente, as pressões do grupo, televisão, novelas...tudo para enfraquecer a fé.


Mesmo aí, Gabriel honrou o seu nome e continuou sendo destaque quando nas primeiras aulas o professor de biologia prega a apologia do evolucionismo e ele se levanta para defender o criacionismo com argumentos tão seguros que no fim o professor pede emprestado os livros que citou.


Influenciou de tal maneira seus colegas que quando decidimos voltar a Portugal a diretora nos telefonou pedindo que Gabriel pudesse ficar e terminar o ensino secundário no Brasil.


_ Por quê? Perguntei curioso.


_ Porque desde o momento que Gabriel entrou na escola ele mudou o clima da sala. O exemplo dele tem ajudado muitos alunos. Os professores ficaram surpresos por ver que, mesmo vindo da África, conseguiu ficar entre os 3 melhores alunos da escola e tirar notas tão altas, em tão pouco tempo. Ele é um aluno que não podemos perder!


Apesar disto viemos como família para Portugal. Nova escola, nova turma e num país onde os brasileiros não têm boa fama, infelizmente...


Apenas 3 meses se passaram e o aluno representante de turma aproximou-se de Gabriel e lhe avisou:
_ No conselho de classe, os professores mencionaram o seu nome como o aluno mais promissor da turma. Tuas notas já são as melhores. Além disto, falaram que sua presença fez muito bem ao ambiente de trabalho! Acho que vai concorrer ao prêmio de excelência!


Gabriel achou que o João estava brincando, quando a professora de português entrou e perguntou:
_ Já contou a novidade ao Gabriel, não foi?
_Tenho certeza que este ano o prêmio de excelência ficará nesta turma, graças ao Gabriel! Parabéns!


Gabriel, meio encabulado respondeu apenas:
_Espero corresponder às expectativas, por mim vou continuar me esforçando! Obrigado!


Todos já sabem que Gabriel é protestante, seria mesmo difícil de esconder indo com a camisa dos Embaixadores do Rei para a Educação Física. A curiosidade dos colegas serviu de mote para o testemunho...e sempre surgem oportunidades... para demonstrar que continua honrando o seu nome e vivendo como um Homem de Deus!


Neste dia em que completou 16 anos, minha oração é apenas uma:
_Senhor, que ele seja sempre esse Homem de Deus e que Tua Luz o guie por onde quer que andar!

imperio romano

IMPÉRIO ROMANO DE NEW YORK


Durante alguns séculos Roma governou o mundo de modo aparentemente justo, estabelecendo o que ficou conhecido por “pax romana”. Vivemos hoje tempos muito semelhantes. A similitude entre a cultura e modo de vida do império romano e dos nossos dias é assustadora e deve nos dar que pensar. Alguns dos aspectos em comum são flagrantes e preocupantes:

Casamento
No império romano a centralidade do casamento foi desaparecendo. A certa altura casar e divorciar-se era algo que levava apenas alguns meses. Há relatos de nobres romanos que tiveram mais de 10 casamentos, todos eles legítimos e todos eles acabados em divórcio. A banalidade da instituição minou toda a sociedade romana, deixando gerações inteiras sem pais que os criassem. As crianças eram entregues à escolas, amas e mestres desde muito cedo. Cresciam sem amor, sem disciplina e sem bases. Revivemos hoje em nossas cidades essa realidade com metade dos casamentos acabando em divórcio e crianças sendo criadas por creches e amas porque os pais não têm tempo para seus filhos.

Sexualidade

O Sexo tomou lugar central na vida romana e as orgias passaram a ser algo comum e desejável. A prostituição foi exaltada a ponto de algumas dessas mulheres freqüentarem o senado, sentarem-se nos banquetes reais e até no trono de Roma. O homossexualismo era banal, depravado e aberrante bem como o sexo com animais. A exaltação da pornografia e do corpo nu é vista nas esculturas que chegam até nós e nos afrescos que sobreviveram ao tempo. Revivemos hoje essa realidade com a TV e Internet cheios de pornografia, o sexo idolatrado como centro e objetivo da vida e a prostituição e homossexualismo invadindo a sociedade e se impondo como algo normal e até mesmo obrigatório.

Violência
O Império Romano foi possuído de extrema violência que se notava nas cidades e nas guerras de conquista. A violência urbana estava fora de controle em muitas cidades grandes como Roma, Alexandria e Éfeso. Gangues dominavam ruas e bairros controlando o comércio local e impondo regras. As guerras alimentavam a máquina de estado empregando muita gente e trazendo muito despojo à capital do império. Revivemos hoje o mesmo cenário. Nossas cidades estão nas mãos de malfeitores, traficantes e chefes de gangues. As guerras se multiplicam por interesses nacionais como petróleo, gás e pedras preciosas. O mundo é do mais forte e o governo americano, por exemplo, depende dos esforços de guerra para manter boa parte de sua economia de pé.

Corrupção

Roma se tornou com o tempo sinônimo de corrupção e suborno. As estórias de governantes ladrões que enriqueciam ilicitamente se multiplicavam. No senado os cargos eram comprados e as votações marcadas. Designações de posições políticas de governadores e prefeitos eram feitas por amizade e interesse e não por capacidade. Vários imperadores ocuparam o trono depois de distribuir dinheiro entre as legiões, guarda pretoriana e senado. Parece até que estamos falando da ultima campanha política ou das ultimas eleições que assistimos. Hoje nos orgulhamos da nossa democracia mas a verdade por trás dela é a podridão da corrupção que a cada dia chega aos jornais. Já nos acostumamos com o mal cheiro nem notamos mais os subornos, desvios de verbas e simonia e reelegemos aqueles que meses antes deveriam ter sido presos por roubo.

Comércio
Tirando suas legiões, o poderia de Roma se estabeleceu pelo comércio que passou a dominar em todo o mundo mediterrânico. A força do materialismo cresceu no império e as pessoas se dedicavam à produção e troca de produtos os mais variados.  Os romanos propriamente ditos se regalavam de todo tipo de novidades. Cidades como Pompéia revelam em seus escombros a superficialidade e futilidade da vida dos patrícios que investiam no luxo e no lazer. Exatamente como hoje em nosso mundo.  Compramos e acumulamos todo tipo de coisas independentemente de nossa real necessidade. O comércio é de tal modo importante em nosso mundo que uma crise ameaça toda a nossa forma de vida.

Entretenimento

Para os romanos o entretenimento se tornou uma industria. Era muito mais que algo para matar o tempo ou gastar horas vagas. Tornou-se uma forma de vida, um alvo da existência. A fórmula da governação passou a ser “pão e circo” exatamente porque se o povo tivesse isso estava feliz. As produções romanas do coliseu em nada ficariam a dever a Hollywood.  Eram empregues milhares de trabalhadores, centenas de gladiadores e animais. Os lutadores mais famosos foram imortalizados em canções e pôsteres que chegaram até nós.  Eram ídolos do povo.  Os jogos eram muito mais que divertimento, se tornaram a vida.  E hoje revivemos tudo isso.  A indústria do entretenimento consome milhões e lucra bilhões porque o homem moderno quer anestesia para sua vida sem propósito.  Os atores, atrizes e jogadores famosos, qual gladiadores do passado, são famosos, idolatrados e suas vidas são ambicionadas.  Somos romanos outra vez, apenas temos o circo em casa, numa caixa em cima do móvel da sala.

Natureza
A natureza era deificada na cultura romana.  Havia deuses para todos os aspectos da natureza e ela era adorada em várias formas.  Os animais de estimação recebiam cuidado extra, havendo relatos de senhores romanos com verdadeiros zoológicos particulares. As senhoras de rama apreciavam vários tipos de animais de estimação que eram tratados com requinte tendo escravos só para tratar de suas necessidades.  Na mesma Roma que tinha centenas de “pets”,  milhares de escravos tentavam sobreviver. Voltamos ao endeusamento da natureza em nosso dias, com a conservação da mesma à cabeça das agendas políticas. Tratamos certos tipos de plantas e animais em extinção bem melhor que a maioria dos seres humanos e muitíssimo melhor que os milhões que morrem de fome. Animais de estimação em nossa cultura tem novamente lugar de honra.  Há lojas, boutiques, clinicas, salões de beleza e hospitais para eles. Na mesa cidade em que milhares de cães e gatos vivem no ócio e na obesidade, crianças e idosos dormem nas ruas procurando no lixo algo para matar a fome.

Religião

Roma era o paraíso das religiões exóticas.  Todo tipo de culto florescia nela. Qualquer charlatão com algum carisma conseguia arrecadar dinheiro e seguidores.  As religiões de mistério do oriente como o culto de Isis e de Mitra tinham milhares de fiéis. Organizações secretas proliferavam dentro e fora das legiões.  Os romanos amavam a magia, o ocultismo e as coisas da espiritualidade.  Nossa cultura adotou tudo isso.  As religiões estranhas florescem hoje.  Os ritos orientais invadem o ocidente e recebem grande aprovação. Religiões e seitas de mistério estão em alta bem como o renascer de cultos antigos como os cultos celtas.
A magia, bruxaria e espiritualismo tem grande aceitação. O homem moderno (como o romano) valoriza a espiritualidade e as organizações secretas (maçonaria e companhia) ganham adeptos e até publicidade (inclusive no cinema).

Tolerância
O governo romano sempre se orgulhou de sua tolerância. Dentro do império romano havia lugar para tudo e todos. Praticamente qualquer tipo de culto, prática, crença ou hábito era tolerado e aí residia, pelo menos em teoria, a grandeza de Roma. O império só não pode tolerar a nova fé cristã com sua afirmação de senhorio de Cristo. A exclusividade da salvação pela fé em Jesus foi ofensiva demais para a tolerância romana e o império respondeu aos cristãos co tortura e morte em massa.

Revivemos hoje essa experiência. A nova era é tolerante com tudo e todos. As “escolhas” individuais tem que ser protegidas e a privacidade tem que ser respeitada. As religiões, modos de vida, opções de sexualidade, etc, são consideradas terreno intocável. A única exceção parece ser o cristianismo bíblico. Todos tem direito ao seu lugar menos o crente que afirma a sua fé em Jesus. Tudo é tolerado menos o cristão que declara sua crença num Deus criador e salvador da humanidade. Mesmo as religiões mais “tolerantes” como o hinduísmo e budismo (tão fortes na Índia) atacam os cristãos massacrando crentes e destruindo igrejas. Parece mesmo que Roma renasceu.

Diante de um panorama como esse de que serve o paralelo?  Qual a utilidade de verificarmos a semelhança entre o mundo greco-romano e o nosso?  Muita!  Sabemos o que aconteceu com o mundo romano e podemos aprender com a história.  Tiramos três conclusões maiores dessa reflexão:

1) O Império Romano caiu.
Apodreceu na base porque destruiu o casamento e permitiu a proliferação da corrupção, da violência, da depravação moral e da superficialidade da vida humana. O grande império foi derrotado pelos desprezados bárbaros do norte que levaram o mundo para uma era de trevas. Nosso mundo está a caminho da queda. Não podemos continuar minando as bases sem sofrer as consequências devidas. Nossas bases estão também apodrecendo e a queda é só uma questão de tempo. Já vimos um pouco do que uma crise econômica mundial pode fazer quando ameaça o consumismo, nosso modo de vida. As crises voltarão e a queda será inevitável.

2) O Império perseguiu furiosa e cruelmente os cristãos e o cristianismo.
O mesmo sucederá conosco. Não nos enganemos. As leis se tornarão cada vez mais restritivas e a liberdade crescerá para todos menos os cristãos. A tolerância se tornará lei e será imposta. A nossa firmeza nos pontos básicos da fé cristã será cada vez mais interpretada como teimosia e intolerância e isso será punido severamente. A igreja que deseja permanecer fiel à palavra e o crente que quiser viver de acordo com a vontade do pi devem se preparar para tempos difíceis.

3) O Novo Testamento foi escrito no contexto do mundo greco-romano e para crentes que viviam nessa realidade.

 A nossa proximidade a esse contexto sócio cultural deveria nos levar a entender a atualidade e relevância das escrituras. O que Jesus ensinou e os apóstolos reiteraram foi para uma cultura idêntica à nossa. Paulo, se fosse trazido hoje ao século XXI estranharia a tecnologia, mas se identificaria plenamente com nossas dificuldades culturais.

O texto sagrado que temos é atual, útil e relevante para a vida no século XXI. Louvemos a Deus por isso e dediquemos tempo à palavra. Aquilo que Paulo escreveu aos romanos a 2 mil anos continuam perfeitamente atual: “não vos conformeis a este mundo mas transformai-vos pela renovação da vossa mente para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
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