Compromisso! Porque?


Ele levanta-se bem cedo durante 6 dias na semana, come um pequeno-almoço rico em proteínas e vai treinar cerca de 4 horas. São exercícios de aquecimento que levam quase 40 minutos, depois se submete a esforço contínuo na prática de sua especialidade. O almoço, e cada refeição, serão supervisionados por um nutricionista especializado em alta competição. Ele não pode simplesmente comer o que lhe apetece. Tem que manter o peso e a massa muscular. A tarde terá nova sessão de treinos com mais 4 horas de prática, exercícios, ginásio e musculação. Terá que ir dormir cedo para não prejudicar seu descanso. Tudo isso para uma prova que vai durar alguns segundos e uma fama que se vier durará apenas alguns anos. Todo seu esforço dificilmente o manterá no topo, se conseguir lá chegar, por mais de 10 anos.
 
A isso se chama compromisso! Os atletas de alta competição têm que dedicar suas vidas e fazer decisões difíceis. Irão abrir mão de muitas coisas, de vontades, de desejos, de passeios e lazeres, de comida e férias, fins-de-semana e companhias agradáveis. Acham que vale a pena pelo gozo de estar na frente e ganhar medalhas e reconhecimento. Na verdade, de milhares que treinam e lutam apenas uns poucos ficam realmente famosos como Ussain Bolt.
Somos chamados a um compromisso radical por Jesus. Em Mateus 16: 24 e 25 fica claro isso. “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me; porque aquele que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, e a quem perder a sua vida por amor de mim, salvá-la-á”. Parece muito radical não? Nem deve nos admirar que muitos ao ouvir isso tenham deixado Jesus. Mas valerá a pena esse sacrifício? O que ganhamos com nosso compromisso com o Senhor? Porque deveríamos faze-lo?
Porque Jesus assumiu um compromisso radical para nos salvar
Uma das mais fortes razões para nos comprometermos com Jesus é que Ele se comprometeu conosco. E seu compromisso foi radical ao ponto da morte. Jesus não apenas nos deu parte de seu tempo, um pouco de seu conhecimento, ou um esforço ocasional. Ele nos deu sua vida! A salvação que o Senhor nos ganhou exigiu todo o seu envolvimento. Ele teve que abrir mão do céu. Teve que se limitar a uma vida na terra. Teve que deixar de lado de modo temporário sua Glória e muito de seu poder.  Teve que aceitar a falta de gratidão e desprezo, a humilhação e a traição, a vergonha e a morte. Tudo isso sofreu para que nós pudéssemos ser salvos. Não chama isso a nosso senso de gratidão e dever? Não apela isso ao mais íntimo de nosso coração? Não pede esse compromisso um compromisso igual? E notemos bem, Ele não nos pede para morrer. Teria esse direito. Pede que vivamos. Pede que vivamos vidas cheias e abundantes, mas que a vivamos com Ele, sob sua maravilhosa direcção.
Porque nos é oferecido muito nesse compromisso
Mas além de tudo que já recebemos do Senhor Ele não nos chama para um compromisso apenas pelo infinito que já recebemos mas pelo infinito que esta diante de nós. Não é que a salvação seja pouco porque sabemos que é graça pura e inexplicável. Mas o mais incrível é que além disso Ele ainda nos garante uma graça futura que nos chama a esse compromisso com mais entusiasmo ainda. Não é apenas na gratidão que baseamos nosso compromisso mas na expectativa maravilhosa do que virá e em tudo o que Jesus nos garantiu e sua palavra nos promete de modo infalível. Lembremos que o Senhor nos disse que tínhamos que ser como meninos na aceitação do Reino? Como é que as crianças fazem ao receber uma prenda? Ficam gratos. E depois? Tentam retribuir? Não. A Criança se deleita no que recebe e passa a ter uma afeição especial na expectativa de mais. Não é que nos tornemos egoístas mas tentar retribuir a salvação é tolice. Só a gratidão não chega. Amamos o Pai pelo que fez mas sabemos que mais virá e isso nos impulsiona ao compromisso. Notemos apenas algumas dessas promessas que enchem nossa Bíblia e nos garantem o futuro:
Presença e bênção
O Senhor garantiu que estaria presente em nossas vidas quer por meio do ES quer por outros meios e instrumentos. Ele nos chamou a lançar sobre Ele toda a ansiedade porque Ele cuidaria de nós. O Apóstolo Paulo argumentou que tendo Deus nos dado Jesus, não poderia nos negar outras coisas, já que nos dera  o de mais alto valor. Somos chamados ao compromisso com um Deus que está sempre conosco, que nos acompanha a qualquer lugar em qualquer actividade e que deseja ser parte ativa de nossas decisões e vidas
Propósito a Razão de ser
Fomos criados com propósito. Tudo que trazemos para essa vida em corpo, alma e espírito nos capacita a cumprir esse propósito a ter uma direcção na vida a perceber o cumprimento do plano maior de Deus para a humanidade. Nosso compromisso com Deus tem a ver com abrirmos mão de tentar encontrar uma razão de viver sozinhos e deixarmos o Senhor encher nossa vida de propósito e direcção. Isso não quer dizer que vamos todos ser pastores e missionários, mas que seremos muitas coisas diferentes mas na noção clara de estar na vontade e direcção de Deus.
Galardão
Como se não fosse pouco a salvação e o céu, ainda temos a promessa de galardão. Nosso compromisso é avaliado por um justo juiz que nos promete valorizar cada esforço e cada sacrifício e recompensar tanto aqui quanto na eternidade. Isso é impressionante! Que Deus o nosso! Já deu a vida pela nossa salvação, já garantiu uma presença constante a abençoadora, já encheu nossa vida de direcção e propósito e ainda nos promete galardoar o compromisso que já era mais do que obrigatório. Isso também é graça pura! Mais um motivo maravilhoso e entusiasmante para o compromisso com o Senhor!

Amor de T-Shirt

 
Já há algum tempo que virou moda expressar amor por meio do uso de T-Shirts, as camisolas de manga curta e sem gola que os jovens tanto apreciam. Esse amor é, por regra, expresso numa expressão formada pelo eu em Inglês ou seja, "I", seguido de um coração que significa Love ou Amo e depois o nome de um lugar. Assim temos os dizeres: I Love Paris, I Love New York, I Love Rome e outros mais. Quase qualquer destino turístico que se preze tem que ter uma dessas T-shirts à venda e os turistas amam esse souvenir barato e sugestivo.

  Pensando nesse suposto amor podemos chegar a algumas conclusões rápidas. Primeiro de tudo é um amor impessoal. Raramente vemos camisas com o nome de pessoas, mas apenas de lugares. Não é que não se possa amar lugares mas é certamente um outro tipo de amor, um amor impessoal. Por ser impessoal esse amor é um amor sem compromisso, sem aliança, sem cobrança, sem avaliação. Roma não vai cobrar minha fidelidade, Paris não vai avaliar minha dedicação, Lisboa não me pedirá mais tempo e o Rio de janeiro não se preocupará se amanhã declarar meu amor à outra cidade. Esse tipo de amor sem compromisso tem lugar para tudo. Cabe sempre mais um. Mas também o retorno é mínimo, porque muito raramente uma cidade expressa seu amor por alguém.

O amor de T-Shirt é exibicionista. O interesse principal é mostrar aos outros que estive lá. Que tenho recursos e bom gosto para escolher este destino. É claro que posso até usar a camisa e não conhecer o local. Ninguém na verdade pergunta ou investiga. Esse amor é de fachada mesmo. Parece muito com as capas de revista de fofoca onde os atores e personalidades da moda aparecem "apaixonados" por pessoas diferentes a cada temporada para dar mais "valor" à sua figura.

 Amor de T-Shirt é egoísta. Afinal ele simboliza minha visita a um lugar. Em relação a lugares posso tirar o que quiser, desfrutar o que puder e quando puder e quiser. Não há limite a não ser minha capacidade de tirar e não há hora ou data marcada. É chegar e me servir. Aproveitar ao máximo, as praias do Rio, os museus de Londres, as antiguidades de Roma, o clima romântico de Paris. É um amor bastante egocêntrico, onde só conto eu e minhas vontades.

 Amor de T-Shirt é temporário como a própria camisa. Essas camisas baratas que se compram em loja de souvenir chinesa têm um tecido de baixa qualidade que depois de meia dúzia de lavagens já perdeu todo o valor e serve só para usar em casa em dias de preguiça. Esse amor declarado tão orgulhosamente só dura até o próximo destino e outra T-shirt mais nova, mais interessante ou talvez de um destino mais exótico.

 O triste disso tudo não são as camisas. São o que elas sinalizam. Falam de um tipo de amor moderno. Amor sem compromisso, sem entrega, sem avaliação, egoísta, exibicionista e temporário. Que o nosso amor seja eterno enquanto durar… como dizia o poeta. Este amor é o oposto do que a Bíblia anuncia.

 O amor bíblico é sacrificial, paciente, comprometido, amor que dura, que sofre, que persevera, que vence, que dá. O mundo precisa muito de amor. Precisa desesperadamente de amor. As pessoas à nossa volta o buscam e precisam dele, mas não de amor de T-Shirt. Vamos pensar nisso e olhar mais de perto para nossos amores declarados e a verdade dessas declarações.

Família de Deus


 
Paulo ensinou os crentes de Éfeso que em Cristo nós somos “família de Deus” Efésios 2.19. Por isso mesmo nos chamamos de irmãos e irmãs. De notar que isso se perdeu na igreja de Roma passando a ser usado apenas nas ordens religiosas mas foi recuperado pela Reforma Protestante para toda a igreja.

Ora família tem algumas características interessantes. Por exemplo, somos parte de uma família, todo o tempo. Sou da minha família todos os dias, o dia inteiro. Não há momentos em que sou e outros em que não sou da minha família. Sou da família quer esteja perto ou longe, quer esteja presente ou ausente, que esteja contente ou triste, doente ou de saúde. Como irmãos em Cristo somos da família de Deus e isso implica irmandade constante e contínua e não somente um laço semanal de ligação.

Família não é uma estrutura, não é uma organização, não é um evento, não é um programa, não é uma casa. Família é relacionamento. Família é convívio, entreajuda, proximidade de características e vivência. Na Igreja também. Não somos instituição ou prédio, ou cultos ou programas. Somos gente. Gente salva que se relaciona com base na graça e no Amor de Deus.

Família não é uma questão de perfeição. Minha família não precisa ser perfeita para ser minha família. Ela tem seus defeitos mas isso não me afasta dela até porque parte desses defeitos provavelmente são meus. Se minha família tem falhas eu a defendo. Se tem problemas eu a ajudo. Se tem crises eu me junto a ela para superar. E na Igreja somos família de Deus. Minha Igreja como tal pode ter eventualmente coisas que eu não gosto, mas não a abandono. Não se abandona família muito menos nas horas de luta e necessidade. É nessas horas que a família mais se junta e mostra amor.

Família tem heranças e lideranças. Há pais e mães, há avôs e avós, que são os líderes por sua experiência e vida. Na família cada um sabe seu lugar, os mais novos aprendem com os mais velhos, os mais experientes dão conselhos e os mais novos herdam os valores e a vida.
Na Igreja somos todos filhos do mesmo Pai Celeste que em sua bondade e nos merecimentos de Jesus a todos adotou. Como família ouvimos e seguimos o nosso Pai e Senhor. Herdamos as glórias que Cristo ganhou para nós. Ajudamos os mais novos a crescer e deixamos a herança da boa-fé e da maturidade na obra do Senhor. Que bênção ter esta família! Que bênção pertencer a Igreja de Jesus.

O Reino de Deus aos olhos de Jesus

"Buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça e todas essas coisas vos serão acrescentadas" Mateus 6:33.
 
Um dos textos mais conhecidos do NT e das afirmações de Jesus. Talvez um dos mais usados e com razão. Surge num contexto sempre moderno e atual. Jesus fala sobre ansiedade, estresse, pressões da vida diária, posse de bens materiais. Fala sobre a atitude diante da vida e chama a uma prioridade diferente. Mas o que queria Ele dizer? O que significava buscar o reino de Deus e a sua justiça? O que entenderiam seus ouvintes da época ao ouvi-lo falar do Reino de Deus? Entender isso será provavelmente uma das coisas mais importantes para quem deseja seguir a Cristo. Então tentemos entendê-lo.

No tempo de Jesus a expressão "reino de Deus" ou "reino dos céus" era bastante comum. Muito mais que nos nossos dias. Mas o que significava? Certamente coisas diferentes a pessoas diferentes, como até hoje. Podemos identificar pelo menos três principais tendências na palestina do I século:

1)    Reino de Deus Imperial

Havia os que entendiam que significava um domínio físico e efetivo de Deus na terra. Uma dominação material. O Senhor daria vitória a seu povo, Israel e lhe devolveria a dominação como nos tempos de Davi e Salomão e isso representaria o reino de Deus numa época de paz e prosperidade nunca vista. É claro que Deus não viria pessoalmente reinar e então se acreditava nessa visão que seria um governante humano a ocupar essa posição.

Essa era a visão de Messias da época. Era aceita pela maioria da população, pelos fariseus, partido importante da época e pelos zelotes revolucionários. Seria, em última análise, a visão que levaria às revoltas judaicas que acabariam por levar à destruição de Jerusalém e à diáspora judaica pelo mundo.

Essa visão seria repetida na história. O reino de Jerusalém, fundado pelos cruzados, era chamado de Reino de Deus. Os reis europeus, muitas vezes, se apresentavam como representantes de Deus, considerando-se príncipes designados diretamente pelo céu e por isso autorizados a governar.

2) Reino de Deus Fora do Mundo

Uma segunda visão seria tida pelos essénios, grupo que pode ser visto como precursor dos mosteiros e conventos cristãos. Criam que a sociedade estava toda pervertida e para viver a vida certa, o reino de Deus, era preciso fugir do mundo e criar comunidades santas. Eles viviam em mosteiros na zona do mar morto sob estrita lei que era exigente ao máximo. Sua visão era escatológica na expectativa da destruição do mundo e início de uma nova era. Essa visão radical era tida por poucos mas muito respeitada.

3) Reino de Deus Conformista

Uma terceira perspetival dizia que já tinham esperado o messias tempo demais. O Senhor não iria dar a Israel o governo. Já o dera a outros povos. Havia que aceitar isso. Viver o reino de Deus seria reconhecê-lo na situação atual e fazer o melhor proveito disso. Esses eram os conformistas que tentavam se adaptar a cultura dominante e viver. Seriam os publicanos mas também os saduceus de modo diferente e a casta sacerdotal dominante que fazia do templo sua fonte de rendimento. Para eles o reino de Deus estava ali mesmo nos proveitos que tinham em tentar viver a vida na presente situação.

4) Reino de Deus no Porvir

Mais tarde, já na era cristã, muitos interpretaram essa questão como o mundo do porvir. Aqui temos aflições mas um dia deixaremos esta realidade e iremos viver noutra. Lá teremos plena paz e viveremos fora do perigo do mal e do pecado. Lá será então total a dominação do Senhor e viveremos uma verdade diferente. Lá será o reino de Deus que aqui na terra não era possível conhecer.
 
5) A visão de Jesus sobre o Reino

O problema é que Jesus não tinha nenhuma dessas posições. Ele sabia que o messias não seria um guerreiro santo que devolveria o poder a Israel. Rejeitava essa visão. Mas não entendia que se devia fugir da vida e por isso não levara seus discípulos para mosteiros mas andava nas vilas e aldeias e era acusado de comer e beber com o povo. Não os queria fora do mundo, mas brilhando nele.

Isso não tornava-o conformista, pois não aceitava a governação vigente como correta. Foi ele quem atacou a forma de os sacerdotes agirem inclusive expulsando os vendilhões do templo aparentemente sem ter recebido autoridade para isso. Tampouco Jesus defendeu que o Reino de Deus seria só para depois da morte, em outra vida, porque falava aos discípulos exatamente das questões diárias que deviam ser enfrentadas. O que era então o reino de Deus para Ele?

Jesus defendia o plano de Deus eterno. O homem, criado para governar com Deus na terra, fora criado puro e sem pecado. Aceitara um golpe de estado que deixara o maligno no poder. Deus então encetara um plano de recuperação, renovação da humanidade e da própria criação. Esse plano passava por formar uma comunidade nova de homens e mulheres salvos do poder do mal, vivos para Deus e no meio de quem, em cujas vidas, Deus pudesse reinar e mostrar o que seria seu domínio no porvir.

Era essa a posição de Jesus. O reino viria um dia em forma física, mas começava já. Seria perfeito um dia, mas não esperava pela consumação dos séculos. Não dizia respeito apenas a uns poucos religiosos que viviam em separação de tudo, mas dizia respeito a todo discípulo de Jesus em meio ao cotidiano. Dizia respeito a não se permitir dominar pelas ansiedades de quem não conhecia o plano de Deus, não conhecia a realidade maior e podia então viver pelo plano maior. O discípulo entende-se parte dele. Baseando sua vida nas palavras e ensinamentos do mestre e salvador.

Jesus exemplificou exatamente isso em sua vida e em sua comunidade de discípulos. Uma vida em prol de outros. De serviço, de festa e alegria, de funerais e tristeza, de companheirismo e amizade. Era vida no sentido maior.

No fim de sua mensagem em Mateus 7: 24 a 27 deixava outra pista na parábola da casa construída sobre a rocha. Em geral vemos essa história como falando de vidas e podemos entendê-la assim. Mas Jesus falava de contrastes presentes. A casa em construção que todo Israel acompanhava era o templo de Jerusalém. Era o sinal maior das aspirações judaicas. Mas era construído por visões erradas do que seria o reino de Deus e acabaria por ruir. Seria a comunidade de Jesus, edificada em suas palavras que viria a triunfar. A profecia acertou em cheio. O judaísmo decresceu e se manteve marginal na história do mundo enquanto o Cristianismo se tornou a maior fé do planeta. Era a casa edificada sobre a rocha - Jesus.

O que isso significa para nós? Vamos parar de trabalhar? Vamos olhar o céu a espera que Jesus venha? Vamos chorar aqui e aspirar pelo céu? Não. Jesus nos chama a ser parte de sua renovação da humanidade. Parte do plano eterno de Deus. Vencendo a preocupação com estas coisas que dominam as mentes de quem não vê o quadro maior. Podemos viver e devemos viver. Trabalho, família, amizade, lazer, festas e funerais. Fizeram parte da vida de Jesus e fazem da nossa. Mas sempre com uma visão maior. Somos salvos pela graça. Somos instrumentos da graça. Somos chamados e viver para mostrar a verdade de Deus e a sua vontade. Acima dos stresses e ansiedades da vida sabendo que aqui e agora participamos da restauração da terra e vamos reinar com Jesus.
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